<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Instituto Rede Amamenta</title>
	<atom:link href="https://amamenta.net/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://amamenta.net/</link>
	<description>Formação de excelência para profissionais de apoio à amamentação.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 03 Jun 2025 12:37:51 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://amamenta.net/wp-content/uploads/2025/04/cropped-favicon_instituto_rede_amamenta-1-32x32.webp</url>
	<title>Instituto Rede Amamenta</title>
	<link>https://amamenta.net/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>“O seu bebé é preguiçoso a mamar” — Sabias que isto não é um diagnóstico válido?</title>
		<link>https://amamenta.net/o-seu-bebe-e-preguicoso-a-mamar-sabias-que-isto-nao-e-um-diagnostico-valido/</link>
					<comments>https://amamenta.net/o-seu-bebe-e-preguicoso-a-mamar-sabias-que-isto-nao-e-um-diagnostico-valido/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 10:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amamentação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://amamenta.net/?p=18920</guid>

					<description><![CDATA[<p>É comum ouvir expressões como: “O bebé é preguiçoso a mamar” “Ele é manhoso” “Não quer mamar porque é esperto, o biberão é mais fácil” “Não gosta de mamar” Mas&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://amamenta.net/o-seu-bebe-e-preguicoso-a-mamar-sabias-que-isto-nao-e-um-diagnostico-valido/">“O seu bebé é preguiçoso a mamar” — Sabias que isto não é um diagnóstico válido?</a> aparece primeiro em <a href="https://amamenta.net">Instituto Rede Amamenta</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="18920" class="elementor elementor-18920" data-elementor-post-type="post">
						<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-578fb100 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="578fb100" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-24c234a0 sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="24c234a0" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-329e61d1 sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="329e61d1" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>É comum ouvir expressões como:</p><ul><li>“O bebé é preguiçoso a mamar”<br /><br /></li><li>“Ele é manhoso”<br /><br /></li><li>“Não quer mamar porque é esperto, o biberão é mais fácil”<br /><br /></li><li>“Não gosta de mamar”<br /><br /></li></ul><p>Mas a verdade é simples: <strong>não existem bebés preguiçosos para mamar.</strong></p><p><strong>💡 Mamar é sobrevivência — não é um capricho</strong></p><p>Na natureza, os mamíferos que não mamam… não sobrevivem. <strong>Mamar é um comportamento instintivo e vital.</strong> Os bebés humanos, como todos os mamíferos, <strong>nascem preparados física e neurologicamente para mamar</strong>.</p><p>Se um bebé apresenta dificuldades reais na amamentação, <strong>não é preguiça</strong>. É um sinal de que <strong>algo não está bem e precisa ser investigado com seriedade</strong>.</p><p><strong>🚨 “Preguiça” não é diagnóstico. É um risco.</strong></p><p>Este artigo é sobre o <strong>direito de mães, pais e bebés a diagnósticos sérios e responsáveis</strong>.<br /><br />Atribuir a dificuldade em mamar à “preguiça” ou “falta de vontade” é <strong>um erro comum e perigoso</strong>, que atrasa intervenções necessárias e pode levar a:</p><ul><li>Dor persistente para a mãe<br /><br /></li><li>Frustração e esgotamento emocional<br /><br /></li><li>Desmame precoce<br /><br /></li><li>Problemas de crescimento ou ganho de peso<br /><br /></li></ul><p>Quando a dificuldade existe, deve-se procurar ajuda profissional qualificada — como consultoras de lactação, profissionais de saúde com formação em amamentação, IBCLCs ou clínicas especializadas.</p><p><strong>💬 A história da mãe Viviana M. evidencia bem como o pseudo diagnóstico de “bebé preguiçoso” não ajuda ninguém:</strong></p><p>«O meu bebé, quando nasceu, parecia não ter reflexo de sucção; não estava interessado em mamar. Como mãe inexperiente, não estava a conseguir que ele mamasse naturalmente e não tive um acompanhamento dos profissionais de saúde que me tranquilizasse.</p><p>Durante mais de 36 horas, não pegou na mama; era enfermeira atrás de enfermeira a, literalmente, espremerem-me os mamilos para que saísse colostro e ver se, dessa forma, ele queria mamar. Mas nada funcionava. (…)</p><p>Por fim, houve uma enfermeira que me ajudou a tirar leite com a bomba e o meu filho comeu. Com muita paciência, a mesma enfermeira não desistiu até ele pegar na mama, embora com mamilos de silicone. Todo este processo foi extremamente doloroso para mim, tanto a nível físico, como psicológico.</p><p>O que me diziam era: “É mesmo assim! Amamentar dói!” E assim continuou, sempre com muita dor a cada mamada, ao ponto de chorar eu e o bebé.<br /> No meio disto, fiz duas mastites, o que só veio agravar o meu estado de “terror” perante a amamentação.</p><p>Durante este processo senti-me desesperada, pois esperava que a amamentação fosse algo agradável, terno, que me aproximasse do bebé e o que eu sentia era dor, muita dor! Mas nunca desisti de tentar que melhorasse, pois é suposto a amamentação não doer. Como não? Eu não entendia… Mas queria acreditar que iria melhorar e só pensava nisso.</p><p><strong>No entretanto, o meu bebé aumentava de peso e crescia a olhos vistos e isso dava-me a força necessária para não desistir! Foi o melhor que fiz, pois com a ajuda da consultora de amamentação Ana Antunes obtive respostas. </strong></p><p>O freio da língua do bebé era curto, foi corrigido e pouco depois começou a melhorar, até praticamente não haver dor.<br /><br /><strong>Agora, sim, adoro amamentar e é um momento só nosso, de ligação inexplicável. O facto de conseguir dar ao meu filho tudo o que ele precisa, é algo que não tem preço.»</strong></p><p><strong>Se o seu bebé apresenta dificuldades na amamentação, lembra-te: ele não é preguiçoso. Ele está a pedir ajuda. Confia no teu instinto e exige um olhar técnico, respeitador e especializado.</strong></p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-42365232 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="42365232" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-7cf584fd sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="7cf584fd" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-2190af00 sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="2190af00" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>Autora: Ana Antunes, consultora de amamentação e doula | Última revisão: maio de 2025</p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				</div>
		<p>O conteúdo <a href="https://amamenta.net/o-seu-bebe-e-preguicoso-a-mamar-sabias-que-isto-nao-e-um-diagnostico-valido/">“O seu bebé é preguiçoso a mamar” — Sabias que isto não é um diagnóstico válido?</a> aparece primeiro em <a href="https://amamenta.net">Instituto Rede Amamenta</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://amamenta.net/o-seu-bebe-e-preguicoso-a-mamar-sabias-que-isto-nao-e-um-diagnostico-valido/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Vamos ter de introduzir suplemento” – 7 perguntas essenciais antes de decidires</title>
		<link>https://amamenta.net/vamos-ter-de-introduzir-suplemento-7-perguntas-essenciais-antes-de-decidires/</link>
					<comments>https://amamenta.net/vamos-ter-de-introduzir-suplemento-7-perguntas-essenciais-antes-de-decidires/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 09:54:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amamentação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://amamenta.net/?p=18914</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para muitas mães que desejam amamentar em exclusivo, esta é uma das frases mais temidas: “Vamos ter de introduzir suplemento.” Se ouviste esta recomendação recentemente, é natural sentires-te ansiosa ou&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://amamenta.net/vamos-ter-de-introduzir-suplemento-7-perguntas-essenciais-antes-de-decidires/">&#8220;Vamos ter de introduzir suplemento” – 7 perguntas essenciais antes de decidires</a> aparece primeiro em <a href="https://amamenta.net">Instituto Rede Amamenta</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="18914" class="elementor elementor-18914" data-elementor-post-type="post">
						<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-41a497c2 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="41a497c2" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-160610e6 sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="160610e6" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-1c85cdbb sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="1c85cdbb" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>Para muitas mães que desejam <strong>amamentar em exclusivo</strong>, esta é uma das frases mais temidas: <strong>“Vamos ter de introduzir suplemento.”</strong></p><p>Se ouviste esta recomendação recentemente, é natural sentires-te ansiosa ou frustrada. A introdução de suplementos pode ser necessária em algumas situações, mas também pode ser evitável — especialmente quando a decisão não é bem fundamentada.</p><p>É por isso que, antes de aceitar essa orientação, é fundamental <strong>esclarecer todas as dúvidas com o profissional de saúde que vos acompanha</strong>.</p><p><strong>❓ 7 perguntas que deves fazer ao profissional que recomendou dar suplemento ao bebé</strong></p><p>Seja pediatra, médico de família, enfermeiro ou outro profissional de saúde, estas são as <strong>questões-chave</strong> que te ajudarão a tomar uma decisão informada:</p><ol><li><strong>O suplemento é mesmo necessário? Qual a razão específica?<br /></strong> É importante perceber se há uma indicação clínica real e urgente ou se se trata de uma medida preventiva ou baseada em perceções subjetivas.</li><li><strong>O que acontece se optarmos por não introduzir neste momento?<br /></strong> Compreender os riscos e consequências pode ajudar-te a avaliar melhor a urgência da recomendação. Além disso, se for possível esperar alguns dias, podes procurar apoio na amamentação com uma consultora e evitar, assim, a introdução do suplemento.</li><li><strong>O que está a provocar esta necessidade e como podemos resolver a causa?<br /></strong> Problemas como pega incorreta, baixa produção de leite ou gestão pouco adequada da amamentação, podem ser corrigidos sem necessidade de suplemento.</li><li><strong>Os benefícios de introduzir o suplemento superam os riscos para o bebé e para a amamentação?<br /></strong> Leite artificial não é isento de riscos. Além disso, a introdução de um suplemento tem sempre o risco de levar a um desmame precoce, especialmente se não tiveres apoio na amamentação. É essencial avaliar a relação risco-benefício com clareza.</li><li><strong>Durante quanto tempo será necessário manter o suplemento?<br /></strong> Deve existir uma previsão e não uma introdução indefinida, que muitas vezes leva ao desmame precoce. Muitas famílias e muitos profissionais desconhecem que se pode retirar o suplemento uma vez corrigidos os problemas que levaram à sua necessidade.</li><li><strong>Existe um plano para retirar o suplemento e voltar à amamentação exclusiva?<br /></strong> A ausência de um plano claro pode significar o início involuntário do fim da amamentação. Se o profissional que segue o teu bebé não souber como apoiar neste plano de amamentação, consulta uma consultora que poderá avaliar, em conjunto contigo, quais as estratégias mais adequadas.</li><li><strong>É possível suplementar com o meu próprio leite? Como posso fazê-lo?<br /></strong> A extração e oferta de leite materno podem ser uma alternativa viável e menos disruptiva para a amamentação. De facto, a OMS recomenda que a primeira opção de suplemento seja sempre leite materno extraído ou doado.</li></ol><p><strong>💡 E se o profissional não souber responder?</strong></p><p>Caso não obtenhas respostas satisfatórias, procura o apoio de uma <strong>conselheira de aleitamento materno</strong> ou outro profissional com formação específica em amamentação. Nem todos os profissionais de saúde têm conhecimento atualizado sobre lactação — e isso pode fazer toda a diferença na tua história de amamentação.</p><p>Se procura saber mais sobre <strong>como evitar suplementos na amamentação</strong>, <strong>como voltar à amamentação exclusiva</strong> ou <strong>como aumentar a produção de leite</strong>, explora outros artigos no nosso site ou fala com um <strong><u>especialista.</u></strong></p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-3a4127ba elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="3a4127ba" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-285f5913 sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="285f5913" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-653356db sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="653356db" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>Autora: Ana Antunes, consultora de amamentação e doula | Última revisão: maio de 2025</p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				</div>
		<p>O conteúdo <a href="https://amamenta.net/vamos-ter-de-introduzir-suplemento-7-perguntas-essenciais-antes-de-decidires/">&#8220;Vamos ter de introduzir suplemento” – 7 perguntas essenciais antes de decidires</a> aparece primeiro em <a href="https://amamenta.net">Instituto Rede Amamenta</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://amamenta.net/vamos-ter-de-introduzir-suplemento-7-perguntas-essenciais-antes-de-decidires/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Greve de amamentação”: o que fazer quando o bebé deixa de mamar de repente?</title>
		<link>https://amamenta.net/greve-de-amamentacao-o-que-fazer-quando-o-bebe-deixa-de-mamar-de-repente/</link>
					<comments>https://amamenta.net/greve-de-amamentacao-o-que-fazer-quando-o-bebe-deixa-de-mamar-de-repente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 09:50:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amamentação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://amamenta.net/?p=18908</guid>

					<description><![CDATA[<p>A chamada &#8220;greve de amamentação&#8221; pode ser um dos momentos mais angustiantes para mães que desejam manter a amamentação. Trata-se de um período em que o bebé, de forma súbita,&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://amamenta.net/greve-de-amamentacao-o-que-fazer-quando-o-bebe-deixa-de-mamar-de-repente/">&#8220;Greve de amamentação”: o que fazer quando o bebé deixa de mamar de repente?</a> aparece primeiro em <a href="https://amamenta.net">Instituto Rede Amamenta</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="18908" class="elementor elementor-18908" data-elementor-post-type="post">
						<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-3e298fee elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="3e298fee" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3a996cfe sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="3a996cfe" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-52cdc3ce sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="52cdc3ce" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>A chamada <strong>&#8220;greve de amamentação&#8221;</strong> pode ser um dos momentos mais angustiantes para mães que desejam manter a amamentação. Trata-se de um período em que o bebé, de forma súbita, <strong>recusa mamar</strong>, mesmo estando saudável e com fome. Pode durar desde algumas horas até vários dias, e é importante não confundir este comportamento com o desmame natural e gradual.</p><p><strong>O que é uma “greve de amamentação”?</strong></p><p>É uma <strong>recusa súbita e temporária da mama</strong>, sem causa aparente imediata. Acontece com frequência:</p><ul><li><strong>Entre os 2 e os 3 meses</strong> (quando o bebé ainda mama em exclusivo ou numa fase em que toma suplemento de fórmula ou de leite materno em biberão);</li><li><strong>Entre os 8 a 12 meses</strong> (tendo já iniciado a alimentação complementar e, geralmente, tendo dentes a nascer ou estando numa fase aguda de doença).</li></ul><p>Nessa fase, o bebé ainda <strong>não está pronto para substituir o leite materno</strong>, mas pode reagir a mudanças no ambiente, stress ou desconforto físico com essa recusa temporária.</p><p><strong>Causas possíveis de uma greve de mama:</strong></p><ul><li><strong>Stress ou ansiedade da mãe</strong> (mudanças familiares, trabalho, cansaço);</li><li><strong>Alterações na rotina do bebé</strong> (regresso ao trabalho da mãe, nova creche/cuidador, menos tempo juntos);</li><li><strong>Nascimento de dentes</strong>;</li><li><strong>Doença ou desconforto</strong> (otites, aftas, candidíase oral, vacinação recente);</li><li><strong>Queda da produção de leite</strong> (por longos intervalos entre mamadas ou uso de biberão);</li><li><strong>Uso frequente de chupeta ou distrações durante a mamada</strong>.</li></ul><p><strong>O que fazer numa greve de mama?</strong></p><ul><li>🕊 <strong>Ser paciente e persistente</strong> — o bebé <strong>não está a rejeitar a mãe</strong>, mas sim a manifestar algo.</li><li>❗ <strong>Nunca forçar a mamar</strong>, mas continuar a oferecer gentilmente.</li><li>👩‍⚕️ <strong>Consultar um profissional de saúde</strong> para excluir causas clínicas.</li><li>🤱 <strong>Aumentar o contacto pele-a-pele</strong> — toma banho com o bebé, faz cama partilhada, oferece o teu colo e presença.</li><li>🛏 <strong>Dormir juntos (co-sleeping)</strong> pode facilitar mamadas durante o sono. Atenção: é importante fazê-lo em segurança. Consulta o folheto mais recente (2022) da UNICEF sobre este tema: <a href="https://www.unicef.org.uk/babyfriendly/wp-content/uploads/sites/2/2018/08/Caring-for-your-baby-at-night-web.pdf">https://www.unicef.org.uk/babyfriendly/wp-content/uploads/sites/2/2018/08/Caring-for-your-baby-at-night-web.pdf</a></li><li>👣 <strong>Dar de mamar em movimento</strong> — a caminhar com o bebé num porta-bebés ergonómico ou enquanto o embalas.</li><li>🧘‍♀️ Criar um ambiente calmo, com meia-luz e livre de distrações.</li><li>🍼 <strong>Evitar biberões ou chupetas</strong> que possam confundir a sucção.</li><li>🧑‍🍼 Se necessário, <strong>extrair leite para manter a produção</strong> e oferecer com copinho ou colher.</li><li><strong><strong>Pedir ajuda a uma consultora de amamentação quando se prolongar por mais de 24 horas.</strong></strong><p> </p></li></ul><p><strong>O que não fazer:</strong></p><p>🚫 Iniciar fórmula ou leite materno extraído em biberão sem necessidade clínica.<br />🚫 Oferecer chupeta para acalmar em vez da maminha.<br />🚫 Introduzir ou aumentar a oferta de laticínios como substituto da amamentação.<br />🚫 Protelar o pedido de ajuda na amamentação e protelar a avaliação clínica, que é importante para descartar doença no bebé.</p><p><strong>Uma greve de mama pode levar ao desmame precoce?</strong></p><p>Sim. É mais provável que a amamentação seja interrompida antes do desejado quando:</p><ul><li>O bebé faz <strong>menos de 4 a 5 mamadas por dia</strong> antes dos 12 meses;</li><li>Introduzem-se <strong>tetinas </strong>(bebés que usam mamilos de silicone para mamar, chupeta ou biberão);</li><li>São <strong>introduzidos outros alimentos muito cedo</strong> ou substituem-se mamadas por outros alimentos de forma sistemática;</li><li>Há <strong>horários rígidos</strong> e baixa frequência de mamadas;</li><li>A mãe deixa de oferecer frequentemente ou <strong>não responde aos sinais de fome</strong> do bebé.</li></ul><p><strong>Palavras finais</strong></p><p>Durante uma greve de mama, o mais importante é <strong>manter o vínculo, a escuta e o acolhimento emocional</strong>. O bebé precisa sentir-se seguro, respeitado e acompanhado. A maioria das greves resolve-se espontaneamente, especialmente se não forem feitas substituições precipitadas.</p><p>Se és profissional de saúde, este é um momento-chave para apoiar a mãe com empatia e conhecimento técnico.<br />Se é mãe e estás a passar por isto, sabe que <strong>não estás sozinha</strong> — procurar apoio especializado pode fazer toda a diferença.</p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-7f47873a elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="7f47873a" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-22bb1e37 sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="22bb1e37" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-f3f3f7c sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="f3f3f7c" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>Autora: Ana Antunes, consultora de amamentação e doula | Última revisão: maio de 2025</p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				</div>
		<p>O conteúdo <a href="https://amamenta.net/greve-de-amamentacao-o-que-fazer-quando-o-bebe-deixa-de-mamar-de-repente/">&#8220;Greve de amamentação”: o que fazer quando o bebé deixa de mamar de repente?</a> aparece primeiro em <a href="https://amamenta.net">Instituto Rede Amamenta</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://amamenta.net/greve-de-amamentacao-o-que-fazer-quando-o-bebe-deixa-de-mamar-de-repente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conservação de leite materno: o que é recomendado?</title>
		<link>https://amamenta.net/conservacao-de-leite-materno-o-que-e-recomendado/</link>
					<comments>https://amamenta.net/conservacao-de-leite-materno-o-que-e-recomendado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 09:46:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amamentação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://amamenta.net/?p=18901</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quer tenhas um bebé internado para o qual precisas de extrair leite materno; quer vás regressar ao trabalho antes da introdução complementar e precises de fazer um stock de leite&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://amamenta.net/conservacao-de-leite-materno-o-que-e-recomendado/">Conservação de leite materno: o que é recomendado?</a> aparece primeiro em <a href="https://amamenta.net">Instituto Rede Amamenta</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="18901" class="elementor elementor-18901" data-elementor-post-type="post">
						<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-60a38d4e elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="60a38d4e" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-45ac0c4 sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="45ac0c4" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-19567caf sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="19567caf" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>Quer tenhas um bebé internado para o qual precisas de extrair leite materno; quer vás regressar ao trabalho antes da introdução complementar e precises de fazer um stock de leite materno para que o teu bebé seja alimentado na tua ausência; quer estejas a precisar de oferecer suplemento de leite materno por qualquer dificuldade na amamentação ou apenas por opção; com certeza te questionas sobre a <strong>segurança e as regras essenciais para que possas extrair, armazenar e oferecer o teu leite.</strong></p><p>“O leite humano é um alimento fresco e vivo, com muitas propriedades antioxidantes, antibacterianas, prebióticas, probióticas e de reforço do sistema imunológico, além dos nutrientes.</p><p>Embora alguns desses nutrientes e propriedades benéficas mudem com o armazenamento, existe evidência de qualidade de que o leite humano armazenado pode ser seguro, permitindo oferecer uma nutrição ideal à criança quando a amamentação direta ou o leite recém-extraído não estão disponíveis.</p><p><strong>Quando a amamentação direta não é possível, o leite humano armazenado mantém qualidades únicas, continuando a ser o padrão ouro na alimentação do lactente.” </strong></p><p>(citação extraída de ABM Clinical Protocol #8: Human Milk Storage Information for Home Use for Full-Term Infants, Revised 2017)</p><p><strong>No Instituto Rede Amamenta seguimos as recomendações da Academy of Breastfeeding Medicine (ABM) quanto à conservação de leite humano. Porquê?</strong></p><p>A ABM é uma organização internacional de profissionais de saúde — especialmente médicos — dedicada a promover, proteger e apoiar a amamentação com base em evidências científicas.</p><p>Esta organização dedica-se a desenvolver protocolos para orientar os profissionais nas mais diversas situações relacionadas com a amamentação. Estes protocolos clínicos são amplamente usados no mundo todo por profissionais que apoiam a amamentação, inclusive em maternidades e unidades neonatais.</p><p>Poderás encontrar outras referências para as orientações sobre conservação de leite materno, no entanto, abaixo apresentamos-te aquelas que a ABM defende:</p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-1ad4edb elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="1ad4edb" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-6bbebf5c sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="6bbebf5c" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-3f6749bf sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-image" data-id="3f6749bf" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="image.default">
				<div class="elementor-widget-container">
															<img fetchpriority="high" decoding="async" width="493" height="582" src="https://amamenta.net/wp-content/uploads/2025/05/Imagem7.webp" class="attachment-large size-large wp-image-18904" alt="" srcset="https://amamenta.net/wp-content/uploads/2025/05/Imagem7.webp 493w, https://amamenta.net/wp-content/uploads/2025/05/Imagem7-254x300.webp 254w, https://amamenta.net/wp-content/uploads/2025/05/Imagem7-370x437.webp 370w, https://amamenta.net/wp-content/uploads/2025/05/Imagem7-410x484.webp 410w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 493px" />															</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-72714d54 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="72714d54" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-7a61acdb sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="7a61acdb" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-7f4b2de0 sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="7f4b2de0" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p><strong>Se és profissional da área materno infantil, convidamos-te a ler o Protocolo Nº 8 da ABM integralmente:</strong></p><p><strong>Eglash A, Simon L; Academy of Breastfeeding Medicine. ABM Clinical Protocol #8: Human Milk Storage Information for Home Use for Full-Term Infants, Revised 2017. Breastfeed Med. 2017 Sep;12(7):390-395. doi: 10.1089/bfm.2017.29047.aje. Epub 2017 Jun 29. Erratum in: Breastfeed Med. 2018 Jul/Aug;13(6):459. doi: 10.1089/bfm.2017.29047.aje.correx. PMID: 29624432. </strong><strong>Disponível em chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/</strong><strong><u>https://abm.memberclicks.net/assets/DOCUMENTS/PROTOCOLS/8-human-milk-storage-protocol-english.pdf</u></strong></p>								</div>
				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-4a57bc1e sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="4a57bc1e" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>Autora: Ana Antunes, consultora de amamentação e doula | Última revisão: maio de 2025</p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				</div>
		<p>O conteúdo <a href="https://amamenta.net/conservacao-de-leite-materno-o-que-e-recomendado/">Conservação de leite materno: o que é recomendado?</a> aparece primeiro em <a href="https://amamenta.net">Instituto Rede Amamenta</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://amamenta.net/conservacao-de-leite-materno-o-que-e-recomendado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mãos na boca: sinal de fome ou descoberta? Entende o comportamento do teu bebé</title>
		<link>https://amamenta.net/maos-na-boca-sinal-de-fome-ou-descoberta-entende-o-comportamento-do-teu-bebe/</link>
					<comments>https://amamenta.net/maos-na-boca-sinal-de-fome-ou-descoberta-entende-o-comportamento-do-teu-bebe/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 09:43:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amamentação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://amamenta.net/?p=18895</guid>

					<description><![CDATA[<p>É comum os pais perguntarem-se: “Por que é que o meu bebé está sempre com as mãos na boca?” — especialmente nas primeiras semanas de vida. Este comportamento pode parecer&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://amamenta.net/maos-na-boca-sinal-de-fome-ou-descoberta-entende-o-comportamento-do-teu-bebe/">Mãos na boca: sinal de fome ou descoberta? Entende o comportamento do teu bebé</a> aparece primeiro em <a href="https://amamenta.net">Instituto Rede Amamenta</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="18895" class="elementor elementor-18895" data-elementor-post-type="post">
						<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-18587ae0 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="18587ae0" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-14428c48 sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="14428c48" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-7bd404a7 sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="7bd404a7" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>É comum os pais perguntarem-se: “Por que é que o meu bebé está sempre com as mãos na boca?” — especialmente nas primeiras semanas de vida. Este comportamento pode parecer apenas um gesto aleatório, mas na verdade é uma parte essencial do desenvolvimento neurológico e da comunicação do recém-nascido.</p><p><strong>👶 Chuchar nas mãos é um sinal de fome?</strong></p><p>Nos primeiros dias e semanas de vida (especialmente até às 6 a 8 semanas), chuchar nas mãos é um sinal precoce de fome. Trata-se de um comportamento inato, programado neurologicamente, que ajuda o bebé a orientar-se para a amamentação.</p><p>Muitos bebés começam a levar as mãos à boca ainda de olhos fechados, durante o sono, como forma de se autorregular e de se prepararem para mamar. Este é o momento ideal para iniciar a mamada. Se o bebé não for atendido nesta fase, pode voltar a adormecer, dando a falsa impressão de que “nunca acorda para pedir mama”.</p><p><strong>📌 Dica importante: Aprender a reconhecer estes sinais precoces (como o chuchar nas mãos, virar a cabeça, fazer movimentos de sucção) pode melhorar a amamentação, evitar choros intensos e facilitar o processo para a mãe e bebé.</strong></p><p><strong>🧠 Após as primeiras semanas: uma fase de descoberta</strong></p><p>A partir das 6-8 semanas, o comportamento de chuchar nas mãos passa a fazer parte do desenvolvimento sensorial e motor do bebé. Nesta fase, ele está a explorar o próprio corpo, aprendendo a coordenar os movimentos das mãos e a reconhecer texturas, limites e sensações.</p><p>💡 Esta autoexploração é saudável e necessária para o desenvolvimento cognitivo e emocional. Permitir que o bebé leve as mãos à boca contribui para a sua autonomia, conforto e segurança.</p><p><strong>🍼 E a chupeta? Substitui esta necessidade?</strong></p><p>Não. A chupeta não substitui a importância do bebé chuchar nas próprias mãos, principalmente nas primeiras semanas.</p><p>Em recém-nascidos, o uso precoce da chupeta pode interferir com a amamentação, pois pode mascarar os sinais de fome e diminuir a frequência das mamadas, o que prejudica a produção de leite e o ganho de peso do bebé. Além disso, a chupeta pode inibir a autoexploração, essencial para o desenvolvimento sensorial.</p><p>🔎 Se optares por oferecer chupeta, é importante que o faças após a amamentação estar bem estabelecida (geralmente depois das 4-6 semanas pós-parto) e com acompanhamento de uma consultora de amamentação.</p><p><strong>✅ Conclusão: respeitar os sinais do bebé</strong></p><p>Chuchar nas mãos é um comportamento natural, saudável e cheio de significado — seja como sinal de fome ou como etapa do desenvolvimento sensório-motor.</p><p>👉 Em vez de o desencorajar ou apressar o uso da chupeta, observa o teu bebé, oferece a maminha quando necessário e permite que explore o seu corpo livremente. <strong>Esta escuta ativa fortalece o vínculo, facilita a amamentação e apoia o desenvolvimento do bebé de forma segura e respeitadora das suas necessidades.</strong></p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-39a66417 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="39a66417" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-619bc4cf sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="619bc4cf" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-2c4d014b sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="2c4d014b" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>Autora: Ana Antunes, consultora de amamentação e doula | Última revisão: maio de 2025</p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				</div>
		<p>O conteúdo <a href="https://amamenta.net/maos-na-boca-sinal-de-fome-ou-descoberta-entende-o-comportamento-do-teu-bebe/">Mãos na boca: sinal de fome ou descoberta? Entende o comportamento do teu bebé</a> aparece primeiro em <a href="https://amamenta.net">Instituto Rede Amamenta</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://amamenta.net/maos-na-boca-sinal-de-fome-ou-descoberta-entende-o-comportamento-do-teu-bebe/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Perda de Peso no Bebé: O Que A Balança Não Diz Sobre a Amamentação</title>
		<link>https://amamenta.net/perda-de-peso-no-bebe-o-que-a-balanca-nao-diz-sobre-a-amamentacao/</link>
					<comments>https://amamenta.net/perda-de-peso-no-bebe-o-que-a-balanca-nao-diz-sobre-a-amamentacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 09:41:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amamentação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://amamenta.net/?p=18889</guid>

					<description><![CDATA[<p>Texto original do Dr Ghaheri – médico otorrinolaringologista, que se tem dedicado a tratar e ensinar sobre anquiloglossia (freio lingual curto) e o seu potencial impacto negativo na amamentação. «Desde&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://amamenta.net/perda-de-peso-no-bebe-o-que-a-balanca-nao-diz-sobre-a-amamentacao/">Perda de Peso no Bebé: O Que A Balança Não Diz Sobre a Amamentação</a> aparece primeiro em <a href="https://amamenta.net">Instituto Rede Amamenta</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="18889" class="elementor elementor-18889" data-elementor-post-type="post">
						<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-33eef64a elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="33eef64a" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-46eba04d sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="46eba04d" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-111bc57c sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="111bc57c" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p><strong><em>Texto original do Dr Ghaheri </em></strong><em>– médico otorrinolaringologista, que se tem dedicado a tratar e ensinar sobre anquiloglossia (freio lingual curto) e o seu potencial impacto negativo na amamentação.</em></p><p>«Desde sempre, tenho-me focado nos fatores que podem contribuir para que um recém-nascido deixe de ser amamentado. Um dos mais comumente citados é a<strong> percepção da mãe de que não consegue produzir leite suficiente</strong>, apesar de, na minha opinião, ser mais provável que o bebé não consiga retirar leite de forma eficaz da mama por ter um freio lingual curto.</p><p>Outros fatores, como o ingurgitamento mamário, falta de apoio hospitalar na amamentação, introdução precoce de mamilos de silicone, e a suplementação com leite artificial quando a amamentação não está a correr bem, também são comuns.</p><p>É este último motivo – mamadas ineficazes e subsequente perda de peso – o mais comumente referido para justificar a interrupção da amamentação. Oiço com frequência que “desde o primeiro dia, o meu bebé perdeu 11% do peso de nascimento por isso fui obrigada a dar-lhe fórmula”. <strong>Sabemos que a introdução de um leite artificial no hospital tem um impacto significativo (e negativo) nas taxas de amamentação exclusiva.</strong></p><p>Muito do que vou escrever a seguir está especificamente relacionado com os nascimentos em meio hospitalar. Não vejo a mesma pressão para interromper a amamentação nos partos domiciliares ou em centros de nascimento. Nesses contextos, tende a haver uma atitude mais ativa na busca de soluções para a amamentação quando ocorre uma perda de peso importante. No entanto, quando o mesmo problema acontece no hospital, as pessoas ficam histéricas.</p><p><strong>Pensemos como é desmoralizador para uma recém-mãe ouvir alguém, repetidamente, dizer-lhe: “o teu bebé já perdeu 8% do peso” e de seguida “10%” e depois “12,2%”, etc. Vamos ver por que é que o foco na perda de peso em contexto hospitalar é potencialmente descabido.</strong></p><p>O grande fator de diferenciação do hospital é a administração de fluídos intravenosos durante o parto. Seria possível que um bebé, que apenas consome pequenas quantidades de colostro, perdesse tanto peso de forma natural nas primeiras 24 ou 48 horas após o nascimento? É essa pequena quantidade consumida responsável pela perda pouco acentuada de peso em bebés sem dificuldades na amamentação?</p><p>Não me parece.</p><p><strong>Muitos têm argumentado que a perda inicial de peso do bebé tem mais a ver com o excesso de fluídos recebidos, através da placenta, durante o trabalho de parto. </strong>Vamos olhar para 2 estudos:</p><p><em>“Early Weight Loss Nomograms for Exclusively Breastfed Newborns” by Flaherman and colleagues in Pediatrics, Volume 135, Issue number 1, January 2015.</em></p><p>Este é, francamente, um estudo incrível. Olharam para mais de 100 mil bebés na Califórnia, pelo que os dados recolhidos representam um grupo multiétnico e podem ser aplicados a qualquer bebé.</p><p>Eles mostram as alterações que podem ocorrer no peso a cada hora que segue o nascimento e desenvolveram gráficos para que as pessoas compreendam o que é uma progressão de perda de peso normal. Inclusive, desenvolveram uma ferramenta online em <a href="http://www.newbornweight.org">www.newbornweight.org</a> que permite inserir informação para gerar a curva (de perda de peso) esperada para o teu bebé. Isto pode ajudar bastante a aliviar o medo sobre o sucesso da amamentação.</p><p>As conclusões a que chegaram são impressionantes: “<strong>Quase 5% dos bebés nascidos por via vaginal e quase 10% dos bebés nascidos por cesariana apresentaram uma perda superior a 10% do peso de nascimento às 48 horas de vida. Às 72 horas, mais de 25% dos recém-nascidos nascidos por cesariana tinham perdido mais de 10%.”</strong></p><p>O segundo estudo:</p><p><em>“An observational study of associations among maternal fluids during parturition, neonatal output, and breastfed newborn weight loss” by Noel-Weiss and colleagues in International Breastfeeding Journal, Volume 6, Issue number 9, in 2011.</em></p><p><strong>Este estudo demonstrou uma correlação entre a quantidade de fluídos intravenosos (IV) administrados à mãe e o grau de perda de peso do bebé. Quanto maior a quantidade de fluídos IV recebidos durante o parto, maior a perda de peso. </strong></p><p>Os autores mostraram que grande parte da diurese (urina) do excesso de líquidos acontece nas primeiras 24 horas e recomendaram que o bebé fosse pesado com 24 horas de vida para corrigir o peso de nascimento. Servindo, este registo, como referência para avaliações futuras do peso, e capaz de aliviar preocupações dos profissionais de saúde.</p><p>Este é um exemplo de como os hospitais, consultores de lactação e médicos responsáveis por recém-nascidos devem manter a potencial perda de peso do bebé em perspetiva. Não serve para dizer que devemos ignorar a perda excessiva de peso – consequências sérias para a saúde do bebé podem acontecer quando os níveis de açúcar no sangue baixam devido a mamadas pouco eficazes.</p><p><strong>Estes estudos servem para chamar a atenção para a normalidade da perda de peso e para que os profissionais procurem perceber PORQUÊ – por que é que a amamentação não está a correr bem?</strong></p><p>Com demasiada frequência, uma avaliação e intervenção precoces não acontecem e a icterícia devida a elevados níveis de bilirrubina pode desenvolver-se. Isto, em conjunto com dificuldades na amamentação, pode resultar numa necessidade de readmissão do bebé no hospital.</p><p>Temos de alimentar os nossos bebés – se a amamentação não está a resultar, as mães devem ser ensinadas a extrair leite ainda no hospital. Os métodos sonda-dedo (finger-feeding), copo ou mesmo um biberão, são preferíveis a mandar uma mãe e bebé para casa para, depois, ver a saúde do bebé ser posta em perigo. Nós, como comunidade médica, temos de começar a aprender como envolver-nos no processo para evitar desmames prematuros.»</p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-29871dd8 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="29871dd8" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-59b3a563 sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="59b3a563" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-637bd20b sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="637bd20b" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p><strong>Se és profissional da área materno infantil, explora mais estes temas:</strong></p><p><strong>Noel-Weiss J, Woodend AK, Peterson WE, Gibb W, Groll DL. An observational study of associations among maternal fluids during parturition, neonatal output, and breastfed newborn weight loss. Int Breastfeed J. 2011 Aug 15;6:9. doi: 10.1186/1746-4358-6-9. PMID: 21843338; PMCID: PMC3174114. Disponível em </strong><strong><u>https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC3174114/</u></strong></p><p><strong>Flaherman VJ, Schaefer EW, Kuzniewicz MW, Li SX, Walsh EM, Paul IM. Early weight loss nomograms for exclusively breastfed newborns. Pediatrics. 2015 Jan;135(1):e16-23. doi: 10.1542/peds.2014-1532. </strong><strong>Epub 2014 Dec 1. PMID: 25554815; PMCID: PMC4279066. Disponível em </strong><strong><u>https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25554815/</u></strong></p><p><strong>Conhece mais sobre o trabalho do Dr Ghaheri aqui: </strong><strong><u>https://www.drghaheri.com/about</u></strong></p>								</div>
				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-17def105 sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="17def105" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>Autora: Ana Antunes, consultora de amamentação e doula | Última revisão: maio de 2025</p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				</div>
		<p>O conteúdo <a href="https://amamenta.net/perda-de-peso-no-bebe-o-que-a-balanca-nao-diz-sobre-a-amamentacao/">Perda de Peso no Bebé: O Que A Balança Não Diz Sobre a Amamentação</a> aparece primeiro em <a href="https://amamenta.net">Instituto Rede Amamenta</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://amamenta.net/perda-de-peso-no-bebe-o-que-a-balanca-nao-diz-sobre-a-amamentacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bebé com Cólicas? Descobre Porque a Água e os Chás Não São a Solução</title>
		<link>https://amamenta.net/bebe-com-colicas-descobre-porque-a-agua-e-os-chas-nao-sao-a-solucao/</link>
					<comments>https://amamenta.net/bebe-com-colicas-descobre-porque-a-agua-e-os-chas-nao-sao-a-solucao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 09:34:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amamentação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://amamenta.net/?p=18883</guid>

					<description><![CDATA[<p>É uma dúvida comum entre mães e pais, sobretudo nos primeiros meses de vida do bebé. A resposta é clara: não é seguro oferecer água ou chá a um bebé&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://amamenta.net/bebe-com-colicas-descobre-porque-a-agua-e-os-chas-nao-sao-a-solucao/">Bebé com Cólicas? Descobre Porque a Água e os Chás Não São a Solução</a> aparece primeiro em <a href="https://amamenta.net">Instituto Rede Amamenta</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="18883" class="elementor elementor-18883" data-elementor-post-type="post">
						<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-1ad86c96 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="1ad86c96" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-25c5051f sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="25c5051f" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-28ec5f10 sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="28ec5f10" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>É uma dúvida comum entre mães e pais, sobretudo nos primeiros meses de vida do bebé.</p><p><strong>A resposta é clara: não é seguro</strong> oferecer água ou chá a um bebé que se alimenta exclusivamente de leite materno.</p><p>Mesmo aqueles produtos vendidos como “chás para as cólicas”, “a partir dos 0 meses” ou “seguros para recém-nascidos” não são recomendados.</p><p><strong>Até aos 6 meses: só leite materno</strong></p><p>Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) e diversas sociedades de pediatria, como a Academia Americana de Pediatria ou a Sociedade Portuguesa de Pediatria, até aos 6 meses de vida os bebés devem ser alimentados apenas com leite materno. Não há necessidade de adicionar água extra, mesmo em tempo de calor.</p><p>O leite materno é nutritivo e hidratante ao mesmo tempo – cerca de 80% da sua composição é água. Mesmo em dias quentes ou em clima seco, o leite materno é suficiente para matar a sede e alimentar o bebé.</p><p><strong>Porque não se deve dar água ou chá?</strong></p><p>Mesmo pequenas quantidades de água ou chá podem interferir negativamente com a amamentação. Eis porquê:</p><ul><li>Reduzem o apetite do bebé, fazendo com que mame menos e, consequentemente, receba menos nutrientes e calorias essenciais ao seu crescimento.</li><li>O uso frequente de biberões pode causar confusão, levando ao surgimento de dificuldades na amamentação.</li><li>Aumenta o risco de infeções (como gastroenterites) desnecessariamente.</li><li>Os chás não são inofensivos e podem conter substâncias não apropriadas para bebés.</li></ul><p><strong>E os chás para cólicas do lactente, são recomendados?</strong></p><p>É compreensível que, ao ver o seu bebé com cólicas, queira encontrar soluções rápidas. No entanto, água ou chá não são a resposta.</p><p>O mais recomendado nestes casos é:</p><ul><li>Muito colo e contacto pele a pele;</li><li>Amamentação em livre demanda;</li><li>Posições que facilitam a eliminação de gases (pernas encolhidas);</li><li>Movimento suave (embalo, uso de um porta-bebés fisiológico, etc.);</li><li>Massagem do bebé.</li></ul><p><strong>Resumo: posso dar água ou chá ao meu bebé?</strong></p><p>❌ Não.</p><p>🍼 Até aos 6 meses, apenas leite materno (ou fórmula infantil, quando necessário).</p><p>💧 O leite materno já hidrata e alimenta – mesmo nos dias de calor.</p><p>🌿 Chás “naturais” ou “para bebés” não são recomendados.</p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-36ab2295 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="36ab2295" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-69becc40 sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="69becc40" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-3027dc80 sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="3027dc80" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p><strong>Se és profissional da área materno infantil, podes aprofundar este tema consultando as seguintes fontes de informação fidedigna:</strong></p><p><strong>Organização Mundial de Saúde. (2021). Infant and young child feeding: Fact sheet. </strong><strong>Disponível em </strong><strong><u>https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/infant-and-young-child-feeding</u></strong></p><p><strong>American Academy of Pediatrics. (2023). Infant food and feeding. </strong><strong>Disponível em </strong><strong><u>https://www.aap.org/en/patient-care/healthy-active-living-for-families/infant-food-and-feeding</u></strong></p><p><strong>Sociedade Portuguesa de Pediatria. (2012). Protocolo: Alimentação e Nutrição do Lactente. Acta Pediátrica Portuguesa, 43(Supl. II), setembro–abril. Disponível em </strong><strong><u>https://www.spp.pt/userfiles/file/protocolos/alimentacao_nutricao_lactente.pdf</u></strong></p>								</div>
				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-4e001a13 sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="4e001a13" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>Autora: Ana Antunes, consultora de amamentação e doula | Última revisão: maio de 2025</p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				</div>
		<p>O conteúdo <a href="https://amamenta.net/bebe-com-colicas-descobre-porque-a-agua-e-os-chas-nao-sao-a-solucao/">Bebé com Cólicas? Descobre Porque a Água e os Chás Não São a Solução</a> aparece primeiro em <a href="https://amamenta.net">Instituto Rede Amamenta</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://amamenta.net/bebe-com-colicas-descobre-porque-a-agua-e-os-chas-nao-sao-a-solucao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>É Seguro Amamentar com Febre, Gripe ou a Tomar Antibióticos?</title>
		<link>https://amamenta.net/e-seguro-amamentar-com-febre-gripe-ou-a-tomar-antibioticos/</link>
					<comments>https://amamenta.net/e-seguro-amamentar-com-febre-gripe-ou-a-tomar-antibioticos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 09:32:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amamentação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://amamenta.net/?p=18877</guid>

					<description><![CDATA[<p>Muitas mães a amamentar, ao adoecerem ou necessitarem de medicação, enfrentam uma dúvida comum: “Será que posso continuar a amamentar?” 🤒 A boa notícia é que, na maioria dos casos,&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://amamenta.net/e-seguro-amamentar-com-febre-gripe-ou-a-tomar-antibioticos/">É Seguro Amamentar com Febre, Gripe ou a Tomar Antibióticos?</a> aparece primeiro em <a href="https://amamenta.net">Instituto Rede Amamenta</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="18877" class="elementor elementor-18877" data-elementor-post-type="post">
						<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ce9cfd1 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="ce9cfd1" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-13d4f527 sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="13d4f527" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-2aedb317 sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="2aedb317" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p><strong>Muitas mães a amamentar, ao adoecerem ou necessitarem de medicação, enfrentam uma dúvida comum: “Será que posso continuar a amamentar?” 🤒</strong></p><p>A boa notícia é que, na maioria dos casos, a amamentação pode (e deve!) continuar mesmo durante uma doença ou tratamento. Quando estás doente e a amamentar, o teu corpo começa imediatamente a produzir anticorpos específicos contra o vírus ou bactéria em questão.</p><p><strong>Quando o teu bebé mama, irá receber estes anticorpos através do leite materno, aumentando significativamente a sua imunidade. É como se o teu bebé recebesse uma vacina contra a doença que estás a enfrentar!</strong></p><p>📌 Amamentar doente não só é seguro, como é altamente recomendado, exceto em casos raríssimos de doenças muito específicas e graves.</p><p><strong>🧪 Posso Amamentar a Tomar Medicamentos?</strong></p><p>Sim, a grande maioria dos medicamentos é compatível com a amamentação. Suspender a amamentação por precaução, sem informação segura, pode ser mais prejudicial do que benéfico.</p><p><strong>Exemplos de medicamentos compatíveis com a amamentação:</strong></p><ul><li>Antibióticos (ex: amoxicilina)</li><li>Antipiréticos e analgésicos (ex: paracetamol, ibuprofeno)</li><li>Anti-histamínicos (para alergias; ex: desloratadina)</li><li>Antidepressivos e ansiolíticos (na maioria dos casos)</li><li>Medicamentos para o estômago (ex: omeprazol)</li></ul><p><strong>Exames e procedimentos que NÃO exigem suspensão da amamentação:</strong></p><ul><li>Radiografias</li><li>TACs / Tomografias</li><li>Ressonâncias magnéticas</li><li>Anestesias locais (ex: dentista)</li></ul><p><strong>Infelizmente, nem todos os profissionais de saúde têm formação atualizada sobre amamentação e medicamentos. Ou, por não terem esta informação, vão dizer-te que deves parar de amamentar “por segurança”, mesmo não sendo necessário. Por isso, é fundamental que tu e o teu médico consultem fontes baseadas em evidência científica.</strong></p><p><strong>💡 Usa esta ferramenta essencial: 🌐 </strong><a href="https://www.e-lactancia.org"><strong>https://www.e-lactancia.org</strong></a></p><p>Esta base de dados é mantida por pediatras e especialistas em lactação, e permite pesquisar pela substância ativa do medicamento (ex: “ibuprofeno” em vez de “Brufen”) para verificar a sua compatibilidade com o aleitamento materno.</p><p><strong>Conclusão: Podes Continuar a Amamentar com Segurança SE…</strong></p><ul><li>Estás com febre, gripe, constipação ou gastroenterite</li><li>Precisas de antibióticos ou outro tratamento, pois a maioria é compatível</li><li>Tens exames marcados? Amamentar depois do procedimento é geralmente seguro</li></ul><p><strong>Com apoio informado, é possível cuidares de ti e da tua saúde e continuares a oferecer ao teu bebé o melhor alimento que ele pode receber.</strong></p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-31fc91be elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="31fc91be" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-5d4e5a9f sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="5d4e5a9f" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-5e44ee3b sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="5e44ee3b" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>Autora: Ana Antunes, consultora de amamentação e doula | Última revisão: maio de 2025</p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				</div>
		<p>O conteúdo <a href="https://amamenta.net/e-seguro-amamentar-com-febre-gripe-ou-a-tomar-antibioticos/">É Seguro Amamentar com Febre, Gripe ou a Tomar Antibióticos?</a> aparece primeiro em <a href="https://amamenta.net">Instituto Rede Amamenta</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://amamenta.net/e-seguro-amamentar-com-febre-gripe-ou-a-tomar-antibioticos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Leite Inicial e Final na Amamentação: O Que Precisam Saber Mães e Consultoras</title>
		<link>https://amamenta.net/leite-inicial-e-final-na-amamentacao-o-que-precisam-saber-maes-e-consultoras/</link>
					<comments>https://amamenta.net/leite-inicial-e-final-na-amamentacao-o-que-precisam-saber-maes-e-consultoras/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 09:27:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amamentação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://amamenta.net/?p=18869</guid>

					<description><![CDATA[<p>NÃO EXISTE produção de leite para o início e leite para o fim da mamada. Depois das fases do colostro e transição, o que ocorre por volta das 4 a&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://amamenta.net/leite-inicial-e-final-na-amamentacao-o-que-precisam-saber-maes-e-consultoras/">Leite Inicial e Final na Amamentação: O Que Precisam Saber Mães e Consultoras</a> aparece primeiro em <a href="https://amamenta.net">Instituto Rede Amamenta</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="18869" class="elementor elementor-18869" data-elementor-post-type="post">
						<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-317e77ba elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="317e77ba" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-16af3828 sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="16af3828" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-665c01ba sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="665c01ba" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p><strong>NÃO EXISTE produção de leite para o início e leite para o fim da mamada.</strong> Depois das fases do colostro e transição, o que ocorre por volta das 4 a 6 semanas pós-parto, todas as mulheres produzem leite maduro.</p><p><strong>Não existe produção de leite maduro com mais gordura e leite maduro com menos gordura!</strong></p><p>Esta informação, passada de forma incorreta, é um dos maiores motivos de ansiedade entre as mães a amamentar.</p><ul><li>“Será que o meu bebé tomou leite com gordura suficiente?”</li><li>“Será que não está a aumentar de peso porque não chega ao leite mais gordo?”</li><li>“Como é que eu sei que o bebé já mamou o leite que tem gordura?”</li></ul><p>Como funciona, afinal?</p><p>Devido aos mecanismos de ejeção do leite materno, a quantidade de gordura disponível no leite muda, de forma gradual, ao longo da mamada. À medida que o leite é produzido na mama, as células de gordura tendem a unir-se umas às outras e às paredes dos alvéolos (onde o leite é produzido). Quanto mais tempo passar entre mamadas (ou extrações), menor a concentração de gordura disponível no início.</p><p>Não existe, por isso, um momento em que o leite deixa de ser “pobre em gordura” e passa a ser “rico em gordura” ou “mais calórico”. Esta mudança acontece de forma MUITO GRADUAL e depende da quantidade de leite acumulada na mama.</p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-224414a4 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="224414a4" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-11c85eed sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="11c85eed" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-48f9e057 sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-image" data-id="48f9e057" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="image.default">
				<div class="elementor-widget-container">
															<img decoding="async" width="439" height="212" src="https://amamenta.net/wp-content/uploads/2025/05/Imagem6.webp" class="attachment-large size-large wp-image-18873" alt="" srcset="https://amamenta.net/wp-content/uploads/2025/05/Imagem6.webp 439w, https://amamenta.net/wp-content/uploads/2025/05/Imagem6-300x145.webp 300w, https://amamenta.net/wp-content/uploads/2025/05/Imagem6-370x179.webp 370w, https://amamenta.net/wp-content/uploads/2025/05/Imagem6-410x198.webp 410w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 439px" />															</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-6ad65d4c elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="6ad65d4c" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-57b20b73 sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="57b20b73" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-5c940fc0 sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="5c940fc0" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<ul><li><p>Quanto mais cheia está a mama, com mais leite acumulado, menor a concentração de gordura no primeiro reflexo de ejeção do leite. Quanto mais mole está a mama (por menos leite acumulado), maior a concentração de gordura quando ocorre o primeiro reflexo de ejeção. Assim, a quantidade de gordura que flui no primeiro reflexo depende do espaçamento entre mamadas.</p><p><strong>Os bebés não precisam de mamar “todo o leite” com maior concentração de gordura para ter um crescimento adequado.</strong> A quantidade total de leite que o bebé consome diariamente – e não o leite inicial – determina o ganho de peso do bebé. Quer os bebés mamem pouco tempo e frequentemente ou fiquem muito tempo sem mamar e mamem por longos períodos, o total de gordura consumido no dia inteiro não varia muito.</p><p>Estudos indicam que <strong>não existe motivo para nos preocuparmos com o leite inicial e o leite final ou para forçar/incentivar um bebé a mamar durante mais tempo</strong>. Desde que o bebé mame de forma eficaz e a mãe não esteja a encurtar as mamadas, o bebé receberá a mesma quantidade de gordura ao longo do dia, independentemente do padrão de mamadas. (Kent, 2007)</p></li></ul>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-a91216c elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="a91216c" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-7c673795 sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="7c673795" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-fdbe6ee sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="fdbe6ee" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p><strong>Se és profissional da área materno infantil, podes começar por aprofundar este tema consultando o seguinte artigo do blog KELLYMOM:</strong></p><p><strong>Kelly Bonyata, BS, IBCLC, &#8220;Foremilk and Hindmilk – What Does It Mean?&#8221; </strong><strong>KellyMom. Disponível em: </strong><strong><u>https://kellymom.com/bf/got-milk/basics/foremilk-hindmilk/</u></strong></p>								</div>
				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-b273e7f sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="b273e7f" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>Autora: Ana Antunes, consultora de amamentação e doula | Última revisão: maio de 2025</p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				</div>
		<p>O conteúdo <a href="https://amamenta.net/leite-inicial-e-final-na-amamentacao-o-que-precisam-saber-maes-e-consultoras/">Leite Inicial e Final na Amamentação: O Que Precisam Saber Mães e Consultoras</a> aparece primeiro em <a href="https://amamenta.net">Instituto Rede Amamenta</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://amamenta.net/leite-inicial-e-final-na-amamentacao-o-que-precisam-saber-maes-e-consultoras/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Teu Plano de Parto Tem Mesmo de Incluir Isto: A Importância da Hora Dourada e do Pele a Pele</title>
		<link>https://amamenta.net/o-teu-plano-de-parto-tem-mesmo-de-incluir-isto-a-importancia-da-hora-dourada-e-do-pele-a-pele/</link>
					<comments>https://amamenta.net/o-teu-plano-de-parto-tem-mesmo-de-incluir-isto-a-importancia-da-hora-dourada-e-do-pele-a-pele/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 09:23:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amamentação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://amamenta.net/?p=18862</guid>

					<description><![CDATA[<p>Este artigo é especialmente para ti, que estás grávida e a planear o teu Plano de Parto ou Plano de Nascimento. Sabias que a primeira necessidade básica do recém-nascido NÃO&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://amamenta.net/o-teu-plano-de-parto-tem-mesmo-de-incluir-isto-a-importancia-da-hora-dourada-e-do-pele-a-pele/">O Teu Plano de Parto Tem Mesmo de Incluir Isto: A Importância da Hora Dourada e do Pele a Pele</a> aparece primeiro em <a href="https://amamenta.net">Instituto Rede Amamenta</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="18862" class="elementor elementor-18862" data-elementor-post-type="post">
						<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-7953c3a6 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="7953c3a6" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3dce55cb sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="3dce55cb" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-4ef39855 sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="4ef39855" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									
<h1 class="wp-block-heading"></h1>
								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-22483c8a elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="22483c8a" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-71086594 sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="71086594" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-6891c0e6 sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="6891c0e6" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p><strong>Este artigo é especialmente para ti, que estás grávida e a planear o teu Plano de Parto ou Plano de Nascimento.</strong></p>
<p><strong>Sabias que a primeira necessidade básica do recém-nascido NÃO é a amamentação, é o CONTACTO PELE-A-PELE?</strong></p>
<p>Quando o bebé nasce, passa por 9 estadios instintivos na chamada “hora dourada” (a primeira hora após o nascimento).</p>
<p>Estes 9 estadios instintivos do recém-nascido descrevem a sequência natural de comportamentos que o bebé manifesta ao ser colocado pele a pele com a mãe, sem interferências e com tempo suficiente. A primeira hora de vida extra uterina é, por isso, considerada um momento crítico de transição e vinculação entre mãe e bebé.</p>
<p>Esta sequência foi descrita por Widström et al., com base em observações de centenas de partos, e mostra como o bebé nasce preparado para mamar e se ligar à mãe de forma instintiva. Para tal, é essencial dar-lhe tempo, um ambiente tranquilo e contacto pele a pele.</p>
<p>Geralmente, esta sequência de comportamentos instintivos ocorre ao longo da 1ª hora de vida, pelo que é essencial que não haja separação da mãe e bebé nesta fase.</p>
<p><strong>Descobre os 9 estadios pelos quais o teu bebé passará logo após nascer:</strong></p>
<ol>
<li>Choro – o primeiro grito, que ajuda a expandir os pulmões.</li>
<li>Relaxamento – o bebé fica tranquilo, com pouca ou nenhuma movimentação.</li>
<li>Despertar – começa a abrir os olhos, mover a cabeça e os ombros.</li>
<li>Atividade – movimenta ativamente a boca, lambe as mãos, vira-se em busca da mama.</li>
<li>Descanso – alterna com alguns momentos curtos de pausa para descansar.</li>
<li>Rastejo – usa movimentos coordenados para se aproximar da mama e mamilo.</li>
<li>Familiarização – cheira, lambe e toca o mamilo, reconhecendo o cheiro do líquido amniótico semelhante ao da aréola.</li>
<li>Sucção – faz a pega e começa a mamar de forma eficaz.</li>
<li>Sono – após mamar, o bebé adormece e milhares de conexões neuronais importantíssimas ocorrem nesta fase.</li>
</ol>
<p><strong>💡 Por que é importante respeitar estas 9 etapas?</strong></p>
<p>Respeitar esses estadios significa não interromper a hora dourada com procedimentos desnecessários e que podem ser protelados, como pesar, medir ou vestir o bebé. A prioridade deve ser o contacto pele a pele contínuo, sem pressas, em ambiente calmo e seguro. Isto irá…</p>
<ul>
<li>Facilitar e descomplicar o início da amamentação</li>
<li>Estimular a produção hormonal natural da mãe</li>
<li>Melhorar a regulação térmica e cardíaca do bebé</li>
<li>Diminuir o choro, o stress e promover o vínculo mãe-bebé</li>
<li>Facilitar a colonização bacteriana saudável (microbiota)</li>
</ul>
<p><strong>O contacto pele a pele é a forma mais eficaz de conseguir atingir um estado de organização neurológica e estabilidade metabólica, que são essenciais para iniciar a amamentação com sucesso.</strong></p>
<p>A esmagadora maioria (ou talvez todos) os problemas ligados à amamentação têm o seu fundamento aqui: más práticas no nascimento e falta de contacto pele a pele sem interrupções logo após o nascimento e ao longo das primeiras semanas de vida.</p>
<p>A chave do sucesso da amamentação está na proteção desta necessidade biológica e absolutamente essencial!</p>
<p><strong><u>“O recém-nascido só é totalmente competente no corpo da sua mãe.”</u></strong></p>
<p>(Dr. Nils Bergman &#8211; médico especialista em neonatologia e saúde pública, precursor da prática Kangaroo Mother Care)</p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-2178a417 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default sc_fly_static" data-id="2178a417" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-extended">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-55b2f72c sc_content_align_inherit sc_layouts_column_icons_position_left sc_fly_static" data-id="55b2f72c" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-34fe78cc sc_fly_static elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="34fe78cc" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>Autora: Ana Antunes, consultora de amamentação e doula | Última revisão: maio de 2025</p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				</div>
		<p>O conteúdo <a href="https://amamenta.net/o-teu-plano-de-parto-tem-mesmo-de-incluir-isto-a-importancia-da-hora-dourada-e-do-pele-a-pele/">O Teu Plano de Parto Tem Mesmo de Incluir Isto: A Importância da Hora Dourada e do Pele a Pele</a> aparece primeiro em <a href="https://amamenta.net">Instituto Rede Amamenta</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://amamenta.net/o-teu-plano-de-parto-tem-mesmo-de-incluir-isto-a-importancia-da-hora-dourada-e-do-pele-a-pele/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: amamenta.net @ 2026-06-30 07:00:37 by W3 Total Cache
-->